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CSG

Investimentos: Como cuidar do dinheiro quando 79,5% das famílias brasileiras estão com dívidas

Escrito em 14/11/2025. Postado em Cadernos, Campos de Cima da Serra, Destaque Diário de Vacaria, Diário de Vacaria, Negócios e Valores, Podcasts, Rio Grande do Sul, Vacaria.

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Em um momento de incertezas, os juros seguem em alta e o consumo desacelera, o ato de investir deixou de ser apenas uma escolha financeira para se tornar uma necessidade estratégica.

É neste cenário que o podcast do Diário de Negócios e Valores do Diário de Vacaria, promoveu uma conversa esclarecedora com os especialistas do Sicredi: Gustavo Damiani, gerente de captação da Sicredi Altos da Serra, e Débora Basso Poletto, assessora de investimentos com certificação CEA e CFP.

Assista o podcast completo do Diário de Negócios e Valores no YouTube, clicando aqui.

Um panorama econômico com juros altos e PIB em desaceleração

“A taxa Selic hoje está em 15%, a maior dos últimos 20 anos. Isso encarece o crédito, reduz o consumo e naturalmente impacta o crescimento econômico, as pessoas deixam de consumir, as empresas deixam de vender e a gente vê a economia enfraquecendo”, afirmou Débora ao explicar como os efeitos da política monetária se refletem no dia a dia de empresas e pessoas.

Ela complementa que o Brasil, que vinha crescendo com um PIB médio de 3% ao ano após a pandemia e deve registrar em 2025 um crescimento inferior a 2%.

Estudio

Para Gustavo, esse ambiente traz oportunidades, especialmente para quem consegue entender a conjuntura antes de tomar decisões: “Hoje temos uma economia girando menos, e por isso as pessoas acabam economizando mais. A taxa de juros alta favorece a renda fixa, mas o planejamento precisa vir antes.”

Renda fixa em alta: oportunidade ou armadilha?

Com a Selic em dois dígitos, muitos olham para a renda fixa como solução segura. E estão certos em parte. “Uma Selic alta oferece boas oportunidades em produtos de renda fixa, como CDBs e LCAs. Mas isso não significa que todos devem sair aplicando tudo o que têm”, alerta Débora.

Ela reforça que o prazo e a liquidez são fundamentais: “Às vezes o investidor se empolga com a taxa e aplica tudo com vencimento em 3 anos, esquecendo que pode precisar do dinheiro antes disso.”

Gustavo ressalta que o primeiro passo é organizar a vida financeira: “Investir não é o primeiro passo. Antes disso, é preciso poupar. Educação financeira é você viver um nível abaixo do que pode e ter uma reserva.”

O papel do comportamento e dos erros comuns ao investir

Uma parte importante da conversa tratou dos erros mais comuns cometidos por quem começa a investir. Um deles é seguir modismos do mercado. “No final de 2024, todo mundo falava em Bitcoin. Em 2025, sumiu da mídia. A tese não mudou, mas a atenção sim. Isso é efeito de engajamento, não de fundamento”, pontuou Gustavo.

Débora acrescentou que o comportamento influencia muito mais que a racionalidade. “Tem gente que está ganhando 2% ao mês e está ok. Mas se ganha 1,4% no outro mês, entra em desespero. Isso é a chamada aversão à perda.”

O novo investidor: mais consciente e menos impulsivo

Durante a conversa, foi destacado também que o perfil do investidor está mudando. “As pessoas estão buscando mais orientação personalizada. E isso tem sido um dos motivos da carteira de investimentos do Sicredi crescer tanto”, disse Débora.

Ela ainda alerta: “Toda semana você recebe uma oferta dizendo que aquele é o produto ideal. Desconfie. Converse com seu gerente e analise o seu momento antes de decidir.”

Gustavo reforça: “O melhor investimento é aquele que está alinhado com seu planejamento. E o planejamento começa entendendo o que você gasta, o que você pode poupar e quais são seus objetivos.”

O papel da educação financeira e do assessor que entende a realidade local

Ambos os convidados destacaram que educação financeira é o verdadeiro motor de transformação. “Hoje, 79,5% da população adulta brasileira está endividada. Isso mostra que estamos errando. Precisamos falar de educação financeira nas escolas e nos lares”, defende Gustavo.

Débora complementa com uma análise prática: “Se a pessoa gasta R$150 por mês com itens de impulso, assinaturas ou anuidade de cartões, ela pode cortar e usar esse valor para investir. Começa com pouco, mas cria disciplina.”

Ela também destacou a importância de conhecer a realidade de cada região: “Atendo 11 agências e vejo que Vacaria é diferente de Pinhal da Serra. A cultura local influencia no jeito de investir.”

Investir com segurança também é proteger o que já se tem

Seguros também fazem parte da estratégia. “Se a pessoa tem R$20 mil e não tem seguro de carro, casa ou vida, ela precisa manter o dinheiro com liquidez, porque qualquer imprevisto exige recurso imediato. Mas se ela está protegida, pode pensar em prazos mais longos e rentabilidades melhores”, explica Débora.

Orientação sem conflito de interesses

Uma diferença importante apontada por Gustavo é que, no modelo do Sicredi, os assessores não recebem comissão por produto vendido. “Somos CLTs e isso elimina o conflito de interesse. O foco é o que é melhor para o associado.”

Investir não é sobre acertar o melhor momento, é sobre entender o seu momento

No mundo dos investimentos, não existe receita pronta nem timing perfeito. O que existe é planejamento, autoconhecimento e acompanhamento. Investir bem é um ato de responsabilidade com o futuro. A economia não está sob nosso controle, mas o modo como lidamos com o dinheiro, sim.

A transformação começa quando a pessoa percebe que investir não é para os outros, é para ela mesma. Esse processo é mais sobre disciplina e informação do que sobre técnicas avançadas. Como disse Gustavo: “Estou investindo em uma pessoa que eu não conheço ainda. O Gustavo de 20 anos no futuro.”

Campos de Cima da Serra, Diário de Negócios e Valores, Diário de Vacaria, Investimentos, Negócios e Valores, Rio Grande do Sul, Taxa Selic, Vacaria

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